domingo, 15 de agosto de 2010
Conselhos para um jovem Cristão
“Quanto aos moços, de igual modo, exorta-os para que, em todas as coisas, sejam criteriosos” (Tt 2.6).
Ter um compromisso sério com Deus – Isto é fundamental para o jovem cristão. O compromisso com Deus é demonstrado através da sua fé, da sua confiança no Senhor e do seu modo de viver. A leitura constante da Bíblia, a vida de oração, o prazer pelos momentos de culto, o bom testemunho diante de Deus, da Igreja e do mundo, a obediência a Deus e à sua palavra, a fidelidade às doutrinas bíblicas, o respeito e obediência aos pais e superiores, “no Senhor” (Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). Tudo isso ilustra o alcance do compromisso que o jovem, deve ter com Deus. Ele deve assumir e viver este compromisso com alegria, coragem, determinação e ousadia. É verdade que as barreiras são muitas, mas a Palavra diz: “maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1Jo 4.4).
Ter cuidado com os amigos – Gosto das palavras do pastor J.C.Ryle, que escrevendo aos jovens, exorta: “Nunca ter como amigo íntimo alguém que não seja amigo de Deus” (leia Pv 17.17). Seguir o exemplo de Davi: “Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos” (Sl 119.63). Ler também Pv 13.20 e 1Co 15.33.
Ser obediente aos pais ou responsáveis, no Senhor – Nenhum jovem deve sair de casa, para realizar qualquer tarefa, sem a bênção e aprovação dos pais. Os pais têm o direito e o dever de participar das decisões importantes na vida dos filhos. Os filhos que honram os pais, serão honrados por Deus (Ex 20.12; Ef 6.1-3; Pv 10.1; 23.22). Por outro lado, os pais ou responsáveis que não conhecem o Senhor podem não compreender as decisões de um jovem cristão comprometido Nessas situações, o jovem deve ser prudente, paciente e confiar inteiramente na ação de Deus (1Pe 1.13), mas só obedecer “no Senhor” *(Ef 6.1; 1Ts 5.12-13). Obedecer “no Senhor” é agir sempre de forma a agradá-lo. Os pais ou responsáveis não têm o direito de obrigar os filhos a praticarem atos ímpios e pecaminosos.
Ter cuidado com os sentimentos – Ter cuidado com seus próprios sentimentos e com o das outras pessoas. O jovem precisa reconhecer que tem valor próprio e também que cada jovem, que vê ao seu lado, tem virtudes que são únicas e valiosas. Não zombar de ninguém, não fazer piadas e gracejos depreciativos com o fim de ridicularizar características e atitudes pessoais de qualquer pessoa. “Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6.31).
Ser fiel cumpridor dos compromissos assumidos – Ser firme no cumprimento dos deveres é atitude que agrada e honra ao Deus que serve, como jovem cristão, além de ser uma postura de grande valor para a vida inteira. É triste saber de jovens – ou de qualquer outra pessoa – que não gozam da confiança dos outros ao redor. Ser honesto e sempre falar o que é verdadeiro (Ef 4.25, 28; Mt 5.37).
Ser vigilante com suas palavras e hábitos – As palavras refletem o que está na alma (Mt 12.34). Precisamos falar o que agrada ao Senhor. Expressões chulas e pornográficas, bem como palavras levianas e grosseiras não podem ser comuns nos lábios do jovem cristão (Sl 141.3; Mt 12. 36-37; Cl 1.6). Submeter seus hábitos à palavra de Deus. Levar em conta o bom-senso cristão. O desejo do Senhor é que todos sejamos uma luz que reflita a sua Glória no mundo (Mt 5.16; 1Co 6.12; 10.23).
Não desprezar as orientações do seu pastor – Conversar sempre com o pastor sobre seus planos, é fator importantíssimos para a vida do jovem. Ele é ministro de Deus e foi constituído para orientar o povo de Deus, segundo os princípios das Escrituras e do bom-senso cristão. É uma perda quando o pastor da Igreja não tem conhecimento dos planos, das dúvidas, das expectativas, das decisões, das experiências, dos namoros, relacionados aos jovens do seu rebanho. Os pais cristãos, por sua vez, devem recomendar que os filhos procurem o pastor sobre seus problemas (Hb 13.17), sem abrir mão do seu dever de orientar os filhos no caminho do Senhor (Ef 6.4).
Finalmente, o jovem cristão deve ser forte sempre, não desprezar a lei de Deus, não desistir da certeza de que Deus tem o melhor plano para sua vida, esperar nele com confiança e paciência. Guardar no coração a palavra do Senhor: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.” (Sl 119.9).
Ana Joyce da Silva Pereira
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
O cristão e o voto consciente
Em meio a uma época muito importante, mas que nem sempre damos a importância devida, nosso Ir. Ulisses Efatá, vem nos presentear, com um ponto de vista importantíssimo, sobre um tema que não deve ser esquecido.
Mais uma vez estamos vivendo o período pré-eleitoral, mais conhecido como campanha política. Costumeiras cenas se repetem: candidatos em carreatas
e palanques, programas eleitorais gratuitos na TV (gratuitos para quem produz, mas muitas vezes custosos para quem assiste....),
a cidade cheia de “santinhos” pelas ruas. Independentemente de tudo isso, a participação política do cidadão deve ir além de simplesmente
assistir os candidatos e ser obrigado a escolher alguém no dia da eleição. É preciso que o cidadão compreenda que o voto é decisivo para definir
várias ações do poder público durante o (muitas vezes) longo período de 4 anos.
Mas essa participação não se limita apenas a engajar-se na campanha partidária. Muitos pensam que política é algo que diz respeito apenas aos políticos,
e que participar significa se candidatar. São várias as formas de participação possíveis da sociedade: o cidadão pode ocupar a função de fiscalizador
das ações governamentais (lembra dos “fiscais do Sarney”?), o cidadão pode fundar associações representativas, pode visitar os gabinetes daqueles que
ajudou a eleger
e cobrar as promessas de campanha, pode movimentar abaixo-assinados, encaminhar ofícios, entre outras práticas que o exercício pleno da democracia permite.
Quero, em meio a tudo isso, destacar minha opinião pessoal, à luz da Bíblia Sagrada, sobre a participação política. De início, precisamos desmistificar
o conceito de que política é coisa do diabo. Os irmãos que ainda cultivam essa mentalidade normalmente se mantém alienados da realidade, como se a política
não influenciasse diretamente a nossa realidade cotidiana. Política e governo representam simplesmente formas de representatividade da sociedade.
Você vota em alguém para te representar junto às instâncias governamentais, visando preservar seus direitos e lutar por melhorias
para o grupo em que você está inserido, seja este uma categoria profissional ou um bairro. Por isso, quando escolhemos mal os candidatos
estamos como que “dando um cheque em branco” ou uma procuração para alguém não confiável falar por você. É muito sério.
“Político é tudo corrupto”? Claro que não. Como em todas as categorias humanas há bons e maus. Existem bons e maus advogados, bons e maus médicos, bons
e maus clérigos. Não se pode generalizar. Mais uma vez o voto consciente assume um papel da maior importância. É preciso que a população se lembre dos
escândalos políticos e financeiros, das “maracutaias”, das propinas, dos “esquemas” publicamente divulgados para não se iludir em votar novamente nos
mesmos corruptos do passado. Fique alerta!
E o cristão, como deve se posicionar? Primeiramente não devemos votar em alguém só porque é crente. Não estamos elegendo alguém para uma função apenas
espiritual, a participação na esfera governamental exige outras capacidades. O candidato ao cargo público deve se mostrar apto e experiente para
a posição que almeja, demonstrar capacidade de liderança e articulação (a política exige muito isso). Esse é o primeiro ponto para se escolher bem
um candidato. A seguir, descrevo outras dicas que considero relevantes:
* ser conhecido: ninguém dá procuração a um estranho: procure conhecer a vida pregressa do candidato, é óbvio que não apenas pelo programa eleitoral
dele mesmo.......avalie se ele esteve envolvido em escândalos no passado, se ele é uma pessoa que tem bom testemunho na sociedade, de onde ele vem,
qual seu histórico político, realizações anteriores, qual sua profissão, enfim, faça um diagnóstico do candidato;
* use de discernimento: busque direção de Deus, olhe nos olhos do candidato, veja se ele te passa confiança, se ele aparenta ser sincero e convicto
no que fala, se ele passa uma imagem de uma pessoa de caráter, se ele aparenta ter um chamado para aquela função;
* analise o partido e a coligação: no Brasil temos o costume de votar em pessoas, mas tem um velho ditado que diz “diga-me com quem andas e te direi
quem és”. Veja com quem esse candidato está compondo alianças antes da eleição, porque inevitavelmente, se eleito, ele terá “favores” a retribuir
para com aqueles que o apoiaram a “chegar lá”;
* veja como a pessoa se comporta ao longo da campanha: isso é muito importante, pois sob pressão as pessoas acabam por revelar seu coração;
* avalie o projeto político: veja se as “famosas” promessas de campanha são realizáveis, observe se o projeto político é consistente, coerente,
e se está de acordo com aquilo que VOCÊ acredita. Fique atento também se o candidato explica, em seu projeto, de onde virão os recursos para implantar
suas idéias. Outro detalhe: analise se o que ele está prometendo faz parte da alçada de poder a que ele pleiteia, um exemplo claro disso é quando um
candidato municipal promete melhorias na segurança, referindo-se à Polícia Militar, que é gerida pelos governos estaduais.
Se o candidato, além de preencher esses requisitos, for cristão – ou pelo menos, alguém temente ao Senhor – isso pode fazer a diferença na hora da decisão.
Bom voto pra você!
* O Ir. Ulisses Efatá, 42, é eleitor em Maringá (PR) e serve ao Senhor na Igreja Pentecostal da Graça. Casado com Ivone, tem dois filhos, Estevão e Gustavo.
Contato: http://twitter.com/efata67
Mais uma vez estamos vivendo o período pré-eleitoral, mais conhecido como campanha política. Costumeiras cenas se repetem: candidatos em carreatas
e palanques, programas eleitorais gratuitos na TV (gratuitos para quem produz, mas muitas vezes custosos para quem assiste....),
a cidade cheia de “santinhos” pelas ruas. Independentemente de tudo isso, a participação política do cidadão deve ir além de simplesmente
assistir os candidatos e ser obrigado a escolher alguém no dia da eleição. É preciso que o cidadão compreenda que o voto é decisivo para definir
várias ações do poder público durante o (muitas vezes) longo período de 4 anos.
Mas essa participação não se limita apenas a engajar-se na campanha partidária. Muitos pensam que política é algo que diz respeito apenas aos políticos,
e que participar significa se candidatar. São várias as formas de participação possíveis da sociedade: o cidadão pode ocupar a função de fiscalizador
das ações governamentais (lembra dos “fiscais do Sarney”?), o cidadão pode fundar associações representativas, pode visitar os gabinetes daqueles que
ajudou a eleger
e cobrar as promessas de campanha, pode movimentar abaixo-assinados, encaminhar ofícios, entre outras práticas que o exercício pleno da democracia permite.
Quero, em meio a tudo isso, destacar minha opinião pessoal, à luz da Bíblia Sagrada, sobre a participação política. De início, precisamos desmistificar
o conceito de que política é coisa do diabo. Os irmãos que ainda cultivam essa mentalidade normalmente se mantém alienados da realidade, como se a política
não influenciasse diretamente a nossa realidade cotidiana. Política e governo representam simplesmente formas de representatividade da sociedade.
Você vota em alguém para te representar junto às instâncias governamentais, visando preservar seus direitos e lutar por melhorias
para o grupo em que você está inserido, seja este uma categoria profissional ou um bairro. Por isso, quando escolhemos mal os candidatos
estamos como que “dando um cheque em branco” ou uma procuração para alguém não confiável falar por você. É muito sério.
“Político é tudo corrupto”? Claro que não. Como em todas as categorias humanas há bons e maus. Existem bons e maus advogados, bons e maus médicos, bons
e maus clérigos. Não se pode generalizar. Mais uma vez o voto consciente assume um papel da maior importância. É preciso que a população se lembre dos
escândalos políticos e financeiros, das “maracutaias”, das propinas, dos “esquemas” publicamente divulgados para não se iludir em votar novamente nos
mesmos corruptos do passado. Fique alerta!
E o cristão, como deve se posicionar? Primeiramente não devemos votar em alguém só porque é crente. Não estamos elegendo alguém para uma função apenas
espiritual, a participação na esfera governamental exige outras capacidades. O candidato ao cargo público deve se mostrar apto e experiente para
a posição que almeja, demonstrar capacidade de liderança e articulação (a política exige muito isso). Esse é o primeiro ponto para se escolher bem
um candidato. A seguir, descrevo outras dicas que considero relevantes:
* ser conhecido: ninguém dá procuração a um estranho: procure conhecer a vida pregressa do candidato, é óbvio que não apenas pelo programa eleitoral
dele mesmo.......avalie se ele esteve envolvido em escândalos no passado, se ele é uma pessoa que tem bom testemunho na sociedade, de onde ele vem,
qual seu histórico político, realizações anteriores, qual sua profissão, enfim, faça um diagnóstico do candidato;
* use de discernimento: busque direção de Deus, olhe nos olhos do candidato, veja se ele te passa confiança, se ele aparenta ser sincero e convicto
no que fala, se ele passa uma imagem de uma pessoa de caráter, se ele aparenta ter um chamado para aquela função;
* analise o partido e a coligação: no Brasil temos o costume de votar em pessoas, mas tem um velho ditado que diz “diga-me com quem andas e te direi
quem és”. Veja com quem esse candidato está compondo alianças antes da eleição, porque inevitavelmente, se eleito, ele terá “favores” a retribuir
para com aqueles que o apoiaram a “chegar lá”;
* veja como a pessoa se comporta ao longo da campanha: isso é muito importante, pois sob pressão as pessoas acabam por revelar seu coração;
* avalie o projeto político: veja se as “famosas” promessas de campanha são realizáveis, observe se o projeto político é consistente, coerente,
e se está de acordo com aquilo que VOCÊ acredita. Fique atento também se o candidato explica, em seu projeto, de onde virão os recursos para implantar
suas idéias. Outro detalhe: analise se o que ele está prometendo faz parte da alçada de poder a que ele pleiteia, um exemplo claro disso é quando um
candidato municipal promete melhorias na segurança, referindo-se à Polícia Militar, que é gerida pelos governos estaduais.
Se o candidato, além de preencher esses requisitos, for cristão – ou pelo menos, alguém temente ao Senhor – isso pode fazer a diferença na hora da decisão.
Bom voto pra você!
* O Ir. Ulisses Efatá, 42, é eleitor em Maringá (PR) e serve ao Senhor na Igreja Pentecostal da Graça. Casado com Ivone, tem dois filhos, Estevão e Gustavo.
Contato: http://twitter.com/efata67
domingo, 8 de agosto de 2010
O espelho que Deus usa
Uma coisa que aprendi ao longo da minha trajetória é que somos espelhos que Deus sente prazer em usare Ele mesmo se preocupa em nos falar isto. "Mas todos nós com a cara descoberta, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem como pelo Espírito do Senhor".
Ao eu ler este texto percebi que existem princípios que devem ser cumpridos, para que possamos refletir a glória e a imagem do Senhor Jesus.
1º Temos que ter o rosto descoberto
Isto significa que nada deve ficar entre nós e o nosso Senhor, Deus sabe muito bem as nossas necessidades, nossas fraquezas, até mesmo nosso poderio, contudo Ele quer que cheguemos como bons amigos e entreguemos ao altar dele, tudo que podemos, para ter uma ligação mais intima com o nosso Salvador.
2º É preciso estar limpo
Como bom espelho, se eu estiver empoeirado não poderei brilhar, nem a imagem ficará nítida como deveria ficar. Por isto, para refletirmos a Glória do todo-poderoso precisamos ter na consciência
que nossa purificação é de dia em dia, todo dia deixar os espelhos da nossa vida, mais limpos, de Glória em Glória, de passo em passo, rumo a um brilho perfeito e um reflexo totalmente nítido.
3º Estar bem direcionado
Se você estiver com a sua vida totalmente descoberta, e totalmente limpa, se não haver direção de Deus na sua vida, simplesmente seu espelho não pode brilhar.
Falhamos muito nesta parte, todas as áreas estão apontando para uma vida perfeita, só que nossa direção cisma em querer refletir uma imagemerrada. Incline-se para o Senhor, e Ele refletirá tudo que tem que ser refletido na sua vida.
Com apenas estes três passo tu serás um espelho brilhando a poderosa imagem do Senhor.
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